2 de novembro de 2013

Explorando os móveis da casa...



Hoje vou deixar para vocês esta historinha (João e Maria) de uma amiga que enviou hoje, é uma história com um pouquinho de desastre, mas todos acabaram "satisfeitos"

"Então, era uma noite de frio, típico inverno de Florianópolis. Eu e João já namorávamos há alguns meses. João tinha uma casa mais afastada, uma casa de passar os finais de semana. Nós dois íamos para lá esporadicamente. Nesta noite levamos vinho, filme e algumas coisas para a janta.
Eu adorava cozinhar só de lingerie, sempre gostei de provocar João. Eu sou loura, alta, cabelos enrolados e com um corpo que modéstia parte de muitas curvas. João era muito apaixonado por mim, vidrado, vivia excitado ao meu lado. Nunca resistia às minhas provocações. Eu encostava nele e já ficava de pau duro. Era uma loucura!
Após a janta ficamos no sofá em frente à lareira bebendo um bom vinho, (romântico, não?).
Começou o filme, do qual eu nem lembro o nome. Entre beijos e amassos, fiz um sexo oral nele, bem do jeitinho que ele gostava e ficava “louquinho”, adorava chupar ele, o tempo todo... Ele me chupou do jeito que eu adoro e sempre me fazia chegar ao orgasmo, nisso ele era muito bom e eu pirava em ver ele tão excitado enquanto meu corpo estremecia ali num gozo interminável... Ahhh só de lembrar...

No meio da sala, em frente à lareira havia uma mesinha de centro, dessas de madeira rústica, ele me colocou ali, de quatro, com os joelhos no chão e o resto do corpo apoiado sobre a mesa, eu estava ali entregue, dominada, ele enrolou meus cabelos em sua mão puxando-o com força, e em movimentos fortes ele penetrava e tirava e de novo, e mais uma vez. Aqueles movimentos eram intermináveis e eu estava ali entregue, molhada, gemendo e então...um estouro! 

A mesinha quebrou. E eu senti uma dor no queixo, pois bati com tudo...
- Está tudo bem amor?
-Sim, sim. Não para. Continua!

Sinto umas gotas de sangue pingando sobre a mesa, mas eu continuei ali “firme e forte” e enfim ele chegou ao orgasmo... Assim que ele saiu de dentro de mim começou a choradeira, eu tenho pavor de sangue, ele me colocou sentada do sofá e não parava de sangrar, e eu não parava de chorar, meu maxilar doía demais, eu não conseguia nem falar, nem abrir a boca. Eu sou um fiasco com dor. João estava ali apavorado andando de um lado pro outro sem saber o que fazer.

Depois de alguns minutos caímos na gargalhada!!! A situação foi muito engraçada. E a mesinha estava ali quebrada. Ah se aquela mesinha falasse!!!"